quinta-feira, 9 de junho de 2016



UPANISHADES

Não é o discurso que deveríamos querer conhecer: deveríamos conhecer quem discursou.
Não são as coisas que foram vistas que deveríamos querer conhecer: deveríamos conhecer quem as viu.
Não são os sons que deveríamos querer conhecer: deveríamos conhecer quem os ouve.
Não é a mente que, deveríamos querer conhecer: DEVERÍAMOS CONHECER QUEM PENSOU.

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