UPANISHADES
Não é o discurso que deveríamos querer conhecer: deveríamos
conhecer quem discursou.
Não são as coisas que foram vistas que deveríamos querer conhecer:
deveríamos conhecer quem as viu.
Não são os sons que deveríamos querer conhecer: deveríamos conhecer
quem os ouve.
Não é a mente que, deveríamos querer conhecer: DEVERÍAMOS CONHECER
QUEM PENSOU.
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